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Procon Carioca cobra esclarecimentos da Ferrero do Brasil sobre proibição de comercialização de produtos Kinder

última modificação - 30/04/2022 às 0:28:18

O Procon Carioca, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania, enviou notificação à Ferrero do Brasil para esclarecimentos por conta da proibição pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de comercialização, distribuição e importação de produtos da marca Kinder Schoko-Bons, fabricados e importados da Bélgica.

Nas ultimas semanas, a imprensa veiculou reportagens informando que, após suspeita de contaminação pela bactéria salmonela, os produtos da marca da fornecedora foram retirados dos mercados de diversos países da Europa.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em 14 de abril de 2022, proibiu a comercialização, distribuição e importação de diversos produtos fabricados pela fornecedora, tendo em vista o alerta internacional de recolhimento dos produtos Kinder fabricados por Ferrero Ardennes S.A, de Arlon, Bélgica. E ,desde o último dia 27 de abril, a lista de produtos proibidos foi ampliada pela Anvisa.

Diante desta questão, o Instituto Municipal de Proteção e Defesa do consumidor solicita que a Ferrero do Brasil esclareça quais produtos da fornecedora estão com suspeita ou apresentaram resultado positivo para a bactéria salmonela; desses produtos, quantos foram importados para comercialização no Brasil, quantos produtos proibidos ainda estão em circulação no Brasil, quais medidas foram e estão sendo tomadas para cessar o consumo dos produtos contaminados pela salmonela no Brasil e quantos consumidores registraram reclamações nos canais de atendimento da fornecedora, entre outros.

A empresa tem prazo de cinco dias para apresentar esclarecimentos ao Procon Carioca.

O diretor executivo do Procon Carioca, Igor Costa, informa que o órgão está sempre atento para que o Código do Consumidor seja respeitado e os cidadãos, protegidos em todas as relações de consumo.

– Nossas equipes atuam preventivamente e repressivamente para conter eventuais violações nos direitos dos consumidores – afirma Igor.

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